IMPLANON
Para inserir o implante subcutâneo é preciso que todo o procedimento seja feito em uma clínica especializada e por um profissional recomendado.
Desse modo, é feita uma anestesia local, rápida e indolor, mas pode causar um leve desconforto. (apaguei a parte que falava sobre 1 ao 5 dia do ciclo)
A mulher não pode estar grávida e nem com suspeitas de gravidez, ok!
Assim, implantada a cápsula, começa a fase de adaptação. Esse tempo pode durar de 3 a 6 meses e pode afetar o funcionamento do organismo da mulher, como qualquer outro contraceptivo.
Desse modo, pode haver uma irregularidade menstrual, como escapes, ausência de menstruação e menor volume do fluxo. Contudo, caso os sintomas persistam é necessário consultar o médico para devidas adaptações.
Se você esquece a pílula com frequência ou não se adaptou ao DIU, o implante pode ser uma opção. Como ele não tem contraindicação e pode ser retirado quando a mulher preferir, converse com seu ginecologista para mais informações.
Sim, o implante anticoncepcional é indicado para todas as mulheres, pois o princípio ativo do implante é a progesterona.
“Mulheres que estão amamentando também podem usar o implante como método contraceptivo. Ele é indicado para todas as idades e não afeta o sistema hepático. Ajuda a reduzir os sintomas da TPM e é ideal para mulheres com fluxos menstruais intensos, isso porque ele auxilia na diminuição do fluxo”, diz a ginecologista.
O método do implante contraceptivo apresenta 99% de eficácia, sendo um dos métodos mais confiáveis no mundo.
Entretanto, o implante não protege a mulher de adquirir ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis), ou seja, a camisinha ainda é importante nas relações sexuais.
Se a mulher sofre com um fluxo intenso de menstruação, cólicas fortes e até mesmo acne, o implante pode ajudar a amenizar esses sintomas. Pois, como ele regula o organismo e prepara o corpo para a não fecundação do óvulo, esses sintomas podem ser aliviados.
Como os outros contraceptivos, o implante também não engorda. Isso é um mito! O único fato que acontece é uma retenção maior de líquido no período menstrual.
Então, pode ficar tranquila e antes de qualquer decisão, fale com o seu médico.
Pronto, agora que você sabe o que é, como funciona e quais as vantagens do implante anticoncepcional, marque sua consulta e tire todas as suas dúvidas com a Dra Monica Martin
DIU
Método contraceptivo eficaz e de longa duração que pode ser usado por mulheres que desejam evitar a gravidez sem depender da ingestão diária de pílulas
O Dispositivo Intrauterino (DIU) é um método contraceptivo de longa duração, que pode ou não ter liberação de hormônio, sendo colocado dentro do útero para evitar a gravidez. Esse método tem se popularizado entre as mulheres devido à sua eficácia (superior à da própria laqueadura tubária) e praticidade, pois pode ser utilizado por anos sem precisar de substituição.
Esse dispositivo é colocado no útero, onde libera progesterona lentamente ao longo de cinco anos, sendo muito mais seguro para a mulher, pois não é necessário se lembrar de tomar pílulas ou administrar injeções. Esse hormônio atua no útero promovendo um espessamento do muco cervical, que dificulta a locomoção do espermatozoide e, consequentemente, a fecundação do óvulo.
Entre os DIUs hormonais, estão disponíveis no Brasil o DIU mirena e o DIU kyleena. Ambos diminuem o fluxo menstrual e possuem o mesmo hormônio, o levonorgestrel. A ação hormonal é local no útero e a quantidade de hormônio absorvido é muito baixa. A chance de ficar sem menstruar com o DIU Mirena é de 65% e por isso ele é recomendado para reduzir fluxo menstrual e cólicas.
Já o DIU Kyleena tem menos da metade da quantidade de hormônios que o Mirena, sendo assim a chance de não menstruar com ele é de 59%.
Lembrando que, entre os DIUs não hormonais estão disponíveis os DIUs de cobre, DIU de cobre e prata, miniDIU de cobre e miniDIU de cobre e prata.
De formato semelhante ao DIU hormonal, o não hormonal também é colocado dentro do útero, mas não libera hormônios e pode permanecer por até 10 anos, sem substituição. Ele torna o muco cervical mais espesso e o ambiente uterino hostil aos espermatozoides. Também funciona como um espermicida, matando os espermatozoides antes que possam chegar ao óvulo através de um processo inflamatório local.
Um efeito colateral conhecido é o aumento do fluxo menstrual e das cólicas, porém, isso é mais comum em mulheres nuligestas (que não tiveram filhos). O DIU de cobre e prata tem um perfil de efeito colateral mais brando, com um menor aumento do fluxo e das cólicas menstruais.
LAQUEADURA TUBÁRIA
Para optar por esse método contraceptivo definitivo é importante conhecer o procedimento e conversar com um ginecologista experiente
A laqueadura tubária, também conhecida como ligadura de trompas, é um procedimento cirúrgico que tem o objetivo de interromper definitivamente a fertilidade feminina. A técnica consiste em cortar, amarrar ou obstruir as trompas de Falópio, estruturas que conectam os ovários ao útero, impedindo assim a fertilização do óvulo e, consequentemente, a gestação.
Assim, por ser uma opção permanente de controle de natalidade, a escolha por esse método deve ser feita com cuidado e de forma consciente, já que a reversão da laqueadura tubária é um processo complexo e nem sempre possível ou indicado.
A laqueadura tubária é indicada para mulheres que desejam interromper definitivamente sua capacidade reprodutiva, ou seja, que não pretendem mais ter filhos no futuro. É importante ressaltar que essa é uma decisão definitiva e que não pode ser revertida facilmente, portanto, a escolha deve ser bem ponderada e discutida com o médico.
Vale ressaltar ainda que, em março de 2023, entrou em vigor uma nova versão da lei de laqueadura, segundo a qual a mulher deve ser maior de 21 anos para ser elegível ao procedimento, além de não ser necessária a aprovação do cônjuge. Porém, permanece a definição de que deve haver um prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação do desejo e o ato cirúrgico em si.
@2024 – Dra. Monica Martin
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